quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Prólogo

Clarisse: (Seu Apelido), vai até o porão para pegar uma caixa para mim.
Eu: Ah mãe, pede para a Hope ou a Fernanda.
Clarisse: Eu estou pedindo para você (Seu Nome) agora vai!

 Sai batendo os pés em direção do porão da casa. Que droga, a nossa casa em L.A não tinha essa porcaria de porão era só ir na garagem e pronto.
 Cheguei no ponto da escada e acendi a luz. Fiquei a encarando por um tempo até que decidi descer.
 Assim que cheguei no final da escada abri a porta, o comodo tava escuro eu comecei a tatear em cima de mim até achar a cordinha que acendia a luz.
 Depois fui até o outro lado do porão aonde estavam as caixas, bem eu acho que ela não vai se importar se esvaziar uma né?
 Peguei uma grande e comecei a retirar as coisas, até que eu achei um livro bem antigo de família.
 Abri o livro revelando uma foto e algumas palavras. Me sentei no chão e comecei a folear o livro.

Dia 05/12/1941

 Hoje o sol estava forte, porém avia nuvens. Enquanto esperava Rebecca e Alfred para irmos para escola, me senti esquisita meio inquieta entende?
 As coisas estavam diferentes os pássaros estava podemos assim dizer... Animados? Ou talvez seja coisa só da minha cabeça, ou muita torda de maçã, ou muitos filmes de Alfred Hitchcock podemos assim dizer, mas eu acho que estou certa tem alguma coisa esquisita rolando até a minha irmã mais velha Jodie concorda, e eu garanto que não sou maluca, pelo menos não tanto quando eles.
Beijos (Seu Nome) Bickle 

Continua...

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